Março 20 2012

 

Vicente Alves do Ó no filme “Florbela” propõe uma recriação de parte da vida de Florbela Espanca. Mais do que a poetisa, dá-nos a conhecer uma visão sobre a mulher que viveu fora do seu tempo. Com o desassombro e a coragem de não aceitar as convenções da sociedade. Livre e autêntica, dominada pela angústia de um amor impossível.

 

Filme sublime porque nos oferece a poesia para além da escrita. A poesia da luz, dos olhares e dos silêncios, aquela que nos emociona.

 

Florbela disse que “Viver é não saber que se vive!”. Talvez concorde mais com: “Viver é privilegiar uma certa leveza no ser”. Ou mesmo, conseguir atenuar a angústia na incessante procura do sentido da vida.

 

Dou comigo a pensar, pobres poetas, tão magnânimos e fundamentais mas tão sofredores, todos aqueles que nos oferecem os detalhes e a sumptuosidade, só ao alcance dos que realmente sabem o que se vive. E o autor neste filme foi poeta!

publicado por pontoprevio às 20:23

"A poesia da luz, dos olhares e dos silêncios, aquela que nos emociona". Esta é concerteza a frase que melhor define o sentimento com que se fica depois de ver este fiilme.
Filme e sensibilidade sublimes, sem dúvida!

Sónia Antunes a 20 de Março de 2012 às 23:29

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