Maio 18 2012

Na tumultuosa rota da justiça há ventos e marés. Muitos portugueses, enquanto povo herdeiro de marinheiros, anseiam que a diáspora na justiça encontre um bom porto, aquele destino que se pugna após uma decisão livre e realmente justa.

 

Navegam a braços com a justiça alguns, poucos, influentes que sempre escolheram trajetos tortuosos para satisfazer a sua insaciável ganância. Esses, alimentados pelo poder do dinheiro, dotam-se de meios e instrumentos inacessíveis ao cidadão comum, visando, também ali influenciar o rumo.

 

Perante as cartas que ajudaram a elaborar conhecem bem o seu destino. E lá vão, contra ventos e marés, rumo certo e convicto, sempre a bolinar.

 

Isaltino foi um visionário quando ordenou a construção da sua marina em Oeiras. Já sabia que, mais cedo ou mais tarde, também ele teria que procurar o caminho marítimo da ilha da prescrição.

publicado por pontoprevio às 12:15

mais sobre mim
Maio 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11

13
16
17

20
21
22
23
24
26

27
28
29
30


pesquisar
 
blogs SAPO