Maio 25 2012

A crise é a oportunidade de repensar Portugal. Nesse quadro foi anunciado para breve uma reforma da formação profissional, uma estratégia de realinhamento das áreas prioritárias da formação.

 

Antevê-se reforçar a aposta na formação do setor da indústria e setor primário produtivo, como sejam agricultura e pescas, etc…

 

Neste rumo titubeante do que pode ser o futuro e que estes sinais de regresso ao passado relevam, mesmo deixando de lado os discursos imensos e ondulados como os oceanos que apontam a estratégia do mar como a salvação nacional, faço notar algumas lacunas que me parecem evidentes e não as sinto retratadas.

 

Se não vejamos. Repare-se na atualidade. Por que será que falham as previsões de receita do Orçamento de Estado? Qual a razão que leva a Troika a ficar surpreendida com os números do desemprego? Porque razão o João Pinto só faz prognósticos do Europeu depois dos jogos?

 

Não são esses exemplos evidentes de uma estrondosa lacuna na nossa cultura previsional. Será que alguém já se lembrou de evocar o sentido patriótico da Taróloga Maia ou o Astrólogo Paulo Cardoso para de uma vez por todas mudarmos de vida com uma verdadeira formação previsional?

 

E se alguém que leu isto pensou que por se tratar de um assunto sério eu iria concluir esta crónica de forma séria, então mais uma vez errou uma previsão…

publicado por pontoprevio às 11:14

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